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Entrevista: Ao encontro do caminho na vida
   entrevista a
Heródoto Barbeiro

 
Quem tem medo de U.G.?
Textos de U.G.
Minhas crônicas
A carta do Chefe Seattle
A obra da pintora Neila Castro

Crônicas e contos de JC Cavalcanti:

Reveillon

A estátua

A Veja e a AMBIÇÃO

A prisão de cada um

Enquanto todos se aprontam para as viagens nesse feriadão, fui caminhar bem cedinho no Parque Ibirapuera, e a boa sorte me abençoou: presenciei um pequeno milagre... leia mais:   Ninguém olha as folhas caídas

Além do Bojador

O herói que ninguém viu
(realidade + ficção)

A nova religião

O segredo

O impostor

O milagre

A chegada de Mestre Peregrino


  Números Complexos
(Exposição histórica)
JC Cavalcanti
 
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Números Complexos - parte 1/5

Números Complexos - parte 2/5

Números Complexos - parte 3/5

Números Complexos - parte 4/5

Números Complexos - parte 5/5
 

Textos e curiosidades - JC Cavalcanti
Matemática  
Desafio de matemática: um pequeno teste para você!

 

Corinthians: a origem de um nome
Luiz Roque
 
Calendários - Luiz Roque
 

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POESIAS

  Poemas escolhidos de Tagore
  Prêmio Nobel
de Literatura de 1913

 

  Já me perdi em jardins imensos...
  (de Amélia Veiga)
 

  POEMA DE RHUMI   Rhumi
   - o mais passional dos místicos

 

  Luz da Ásia
   atribuído a Buda
 

  Mendigos
   de Jiri Wolker
 

  Estou cansada de ser gente
  Lindo poema de Amélia Veiga
 

  Brincar de ser poeta
  Leia esta poesia de Nelma C.
 

  Carnaval Triste
  A. Neves e Souza
 

  SE
  famoso poema de Rudyard Kipling
 

  O Presente
  (de Alberto da Cunha Melo)
 

  O Elefante  de John Godfrey Saxe's
 

      Poemas e artigos de LUIZ ROQUE

   Se tu queres conhecer-me
 
  
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O Retrato
 
  
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Ciclotimia
 
  
Grécia: três escolas filosóficas
 
  
Eu e a Marselhesa
 
  
Grécia: a Escola Pitagórica
 
  Perseu e Belerofonte
 
  Lembrança de Morphy
 
Que é estar preparado para morrer?
é estar, a cada momento:
   livre do mundo emocional e suas cadeias...
      livre do desejo de autorrealização psicológica no decurso do tempo...

          e, principalmente, em comunhão consciente com nossa própria natureza mais profunda,
          silenciosa, pacífica e sem conteúdos — a semente da Consciência Divina em nós.

 
Pense nisso:

Assim como toda identidade adquirida é falsa, temporária, apenas um rótulo psicológico (ou meramente operacional)
para um conjunto de aprendizagens e hábitos,
assim também nossas emoções e convicções intelectuais não passam de máscaras
com as quais a consciência se esconde de si mesma.
                                               ***
Não há liberdade interior enquanto não contemplarmos nossa face nua, como no extraordinário conto O louco, de Khalil Gibran.

                                      ***
Viver no espírito de finitude (a grande realidade da vida) quebra a continuidade do ego e nos liberta do medo.
Atenção! Isso não quer dizer que não se possam exercer ações que apontem para o futuro, como plantar uma árvore ou marcar um compromisso. Refiro-me ao sentido psicológico: viver como se este momento fosse o último.

Isso traz uma grande seriedade e o sabor do silêncio, pois a mente se aquieta quando não tem um amanhã para vir a ser, para uma suposta e imaginária autorrealização entre os impermanentes e ilusórios objetos do mundo. A meditação da finitude pode ser feita a qualquer momento e nos livra do supérfluo.
Conheça o novo livro do autor deste site:
UMA GOTA DE SILÊNCIO

Assunto: autoconhecimento e espiritualidade
Lançado em 3 de junho de 2017
 
Ouça músicas...
                        1º CD - Valsas, chorinhos e canções            2º CD - Em cada canção que eu faço
                        3º CD - Passeio Musical                             4º CD - Contemplação
O despertar da consciência mística A união consciente com Deus
Diálogo de UG com Ramana Maharshi Alegoria da Caverna de Platão
Desenredo - de Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro As aparências enganam - de Sérgio Natureza/Tunai
Diálogo de Milinda e Nagasena
Profunda reflexão sobre a vacuidade de todas as coisas
Os venenos da mente
Os dois pássaros
Belíssima alegoria de Rabindranath Tagore sobre o apego a algemas
Os princípios do Budismo
O sabor do Zen - Taisen Deshimaru Krishnamurti: Sobre a Educação
Krishnamurti: Sobre a Dúvida  O mito de Pandora
"Entrevista" com Fernando Pessoa Contos Zen - Daniel Law
Teoria do Caos Budismo-Psicologia-Do-Auto-Conhecimento - Dr. Georges da Silva e Rita Homenko - "Download grátis"

 Diálogo de UG com Ramana Maharshi

O Bhagavan, um homem sereno, da maior sabedoria e integridade, não poderia causar uma impressão mais forte no jovem U.G.

Ele raramente falava àqueles que dele se aproximavam com questões. U.G. aproximou-se do mestre apreensivamente, fazendo-lhe três perguntas:

"Existe uma coisa chamada iluminação"?, perguntou U.G.

"Sim, existe", respondeu o mestre.

"Existem nela quaisquer tipos de níveis?"

O Bhagavan respondeu: "Não, não há níveis. É uma coisa só. Ou você está ali ou não está absolutamente."

Finalmente, U.G. perguntou: "Essa coisa chamada iluminação, você pode me dar?"

Olhando o sério jovem bem nos olhos, ele respondeu:

"Sim, eu posso lhe dar, mas você pode pegar?"

Daí em diante, U.G. ficou obcecado por essa resposta e implacavelmente começou a perguntar a si mesmo:

"O que é isso que eu não posso pegar?"

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Desenredo - de Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro

Por toda terra que passo
me espanta tudo o que vejo
A morte tece seu fio
de vida feito ao avesso
O olhar que prende anda solto
O olhar que solta anda preso
Mas quando eu chego eu me enredo
Nas tramas do teu desejo!

O mundo todo marcado
a ferro, fogo e desprezo
A vida é o fio do tempo,
a morte é o fim do novelo
O olhar que assusta anda morto
O olhar que avisa anda aceso
Mas quando eu chego eu me perco
Nas tranças do teu segredo.

Ê Minas, Ê Minas, é hora de partir, eu vou...
Vou-me embora prá bem longe (bis)

A cera da vela queimando
O homem fazendo seu preço
A morte que a vida anda armando
A vida que a morte anda tendo
O olhar mais fraco anda afoito
O olhar mais forte indefeso
Mas quando eu chego eu me enrosco
Nas cordas do teu cabelo.

Ê Minas, Ê Minas, é hora de partir, eu vou...
Vou-me embora prá bem longe...

Ouça essa linda canção...

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As aparências enganam
- de Sérgio Natureza/Tunai - gravada por Elis Regina


As aparências enganam, aos que odeiam e aos que amam
Porque o amor e o ódio se irmanam na fogueira das paixões.
Os corações pegam fogo e, depois, não há nada que os apague...
Se a combustão os persegue, as labaredas e as brasas são
O alimento, o veneno e o pão,
o vinho seco, a recordação
Dos tempos idos de comunhão,
sonhos vividos de conviver...

As aparências enganam, aos que odeiam e aos que amam
Porque o amor e o ódio se irmanam na geleira das paixões.
Os corações viram gelo e, depois, não há nada que os degele...
Se a neve, cobrindo a pele,
vai esfriando por dentro o ser
Não há mais forma de se aquecer,
não há mais tempo de se esquentar
Não há mais nada pra se fazer,
senão chorar sob o cobertor...

As aparências enganam, aos que gelam e aos que inflamam
Porque o fogo e o gelo se irmanam no outono das paixões
Os corações cortam lenha e, depois, se preparam pra outro inverno...
Mas o verão que os unira,
ainda vive, e transpira ali

Nos corpos juntos na lareira...
na reticente primavera...
No insistente perfume
de alguma coisa chamada amor...


Ouça essa linda canção com Elis Regina!
(cuidado para não chorar...)

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O homem que desdenhava as máquinas Chuang Tse

Um filósofo confucionista passeava com seus discípulos pelos campos do sul da China,
quando viu um camponês que molhava sua horta com um regador.

O filósofo perguntou-lhe por quê não usava uma bomba para este trabalho.
O camponês olhou-o e respondeu:

"Ouvi meu Mestre dizer que aqueles que usam engenhosos instrumentos
são espertos nos seus negócios.

Aqueles que são espertos nos seus negócios têm astúcia no coração.

Aqueles que têm astúcia no coração não o têm puro e incorrupto.

Aqueles cujo coração não é puro e incorrupto têm o espírito agitado.

Aqueles cujo espírito é agitado não são veículos convenientes para a Paz.

Não é que eu desconheça estas coisa, é que eu teria vergonha de usá-las".
Leia a íntegra desse conto, clicando aqui

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