desenredo, subst.
masculino -
ação ou efeito de
desenredar (-se);

desenredamento;
desprender-se da rede;
separar-se do que
está enredado.

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Litoral paulista, visto de Marsillac
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Conhecendo a Zona Sul de São Paulo
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Sri Ramana Maharshi

Vídeo de RAMANA MAHARSHI
fotos e filmes

POESIAS
Poemas escolhidos de Tagore
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Quem tem medo de U.G.?
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A carta do Chefe Seattle
A obra da pintora Neila Castro
Crõnicas e contos de JC Cavalcanti:
Reveillon

A estátua

A Veja e a AMBIÇÃO

A prisão de cada um

Ninguém olha as folhas caídas

Além do Bojador

O herói que ningúem viu
(realidade + ficção)

A nova religião

O segredo

O impostor

O milagre

A chegada de Mestre Peregrino


Números Complexos
(Exposição histórica)
JC Cavalcanti
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Números Complexos - parte 1/5
Números Complexos - parte 2/5
Números Complexos - parte 3/5
Números Complexos - parte 4/5
Números Complexos - parte 5/5
 
Corinthians: a origem de um nome
Luiz Roque
Calendários - Luiz Roque
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Diálogo de UG com Ramana Maharshi
Leia Alegoria da Caverna de Platão
Desenredo - de Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro
As aparências enganam - de Sérgio Natureza/Tunai
(linda canção gravada por Elis Regina)

Caminante, no hai camino - Antonio Machado
Os venenos da mente - Lama Tsering
Nu, sozinho e ignorante - John Sherman
Eu não sei nada - John Sherman
Satsang, doce e profundo mistério - John Sherman
Tem que ser agora mesmo - John Sherman
O Zen e a Caverna de Platão 
Samsara dividido por zero - T. Bhikkhu
Contos Zen - - de Daniel Law 
Diálogo de Milinda e Nagasena
Profunda reflexão sobre a vacuidade de todas as coisas

Os dois pássaros
Belíssima alegoria de Rabindranath Tagore sobre o apego às algemas
Os princípios do Budismo
O sabor do Zen - Taisen Deshimaru
Krishnamurti: Sobre a Educação 
Krishnamurti: Sobre a Dúvida 
Matemática  
Teoria do Caos  
O mito de Pandora
"Entrevista" com Fernando Pessoa
Novo! NÃO DEIXE DE LER!
Budismo-Psicologia-Do-Auto-Conhecimento - Dr. Georges da Silva e Rita Homenko
Um pequeno teste para você!

 Diálogo de UG com Ramana Maharshi

O Bhagavan, um homem sereno, da maior sabedoria e integridade, não poderia causar uma impressão mais forte no jovem U.G.

Ele raramente falava àqueles que dele se aproximavam com questões. U.G. aproximou-se do mestre apreensivamente, fazendo-lhe três perguntas:

"Existe uma coisa chamada iluminação"?, perguntou U.G.

"Sim, existe", respondeu o mestre.

"Existem nela quaisquer tipos de níveis?"

O Bhagavan respondeu: "Não, não há níveis. É uma coisa só. Ou você está ali ou não está absolutamente."

Finalmente, U.G. perguntou: "Essa coisa chamada iluminação, você pode me dar?"

Olhando o sério jovem bem nos olhos, ele respondeu:

"Sim, eu posso lhe dar, mas você pode pegar?"

Daí em diante, U.G. ficou obcecado por essa resposta e implacavelmente começou a perguntar a si mesmo:

"O que é isso que eu não posso pegar?"

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Desenredo - de Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro

Por toda terra que passo
me espanta tudo o que vejo
A morte tece seu fio
de vida feito ao avesso
O olhar que prende anda solto
O olhar que solta anda preso
Mas quando eu chego em me enredo
Nas tramas do teu desejo!

O mundo todo marcado
a ferro, fogo e desprezo
A vida é o fio do tempo,
a morte é o fim do novelo
O olhar que assusta anda morto
O olhar que avisa anda aceso
Mas quando eu chego em me perco
Nas tranças do teu segredo.

Ê Minas, Ê Minas, é hora de partir, eu vou...
Vou-me embora prá bem longe (bis)

A cera da vela queimando
O homem fazendo seu preço
A morte que a vida anda armando
A vida que a morte anda tendo
O olhar mais fraco anda afoito
O olhar mais forte indefeso
Mas quando eu chego em me enrosco
Nas cordas do teu cabelo.

Ê Minas, Ê Minas, é hora de partir, eu vou...
Vou-me embora prá bem longe...

Voltar



As aparências enganam
- de Sérgio Natureza/Tunai - gravada por Elis Regina


As aparências enganam, aos que odeiam e aos que amam
Porque o amor e o ódio se irmanam na fogueira das paixões.
Os corações pegam fogo e, depois, não há nada que os apague...
Se a combustão os persegue, as labaredas e as brasas são
O alimento, o veneno e o pão,
o vinho seco, a recordação
Dos tempos idos de comunhão,
sonhos vividos de conviver...

As aparências enganam, aos que odeiam e aos que amam
Porque o amor e o ódio se irmanam na geleira das paixões.
Os corações viram gelo e, depois, não há nada que os degele...
Se a neve, cobrindo a pele,
vai esfriando por dentro o ser
Não há mais forma de se aquecer,
não há mais tempo de se esquentar
Não há mais nada pra se fazer,
senão chorar sob o cobertor...

As aparências enganam, aos que gelam e aos que inflamam
Porque o fogo e o gelo se irmanam no outono das paixões
Os corações cortam lenha e, depois, se preparam pra outro inverno...
Mas o verão que os unira,
ainda vive, e transpira ali

Nos corpos juntos na lareira...
na reticente primavera...
No insistente perfume
de alguma coisa chamada amor...

clique aqui para ouvir essa melodia com Elis Regina      Voltar


Caminante, no hay camino

de Antonio Machado (poeta espanhol)


Caminante, son tus huellas
el camino y nada más;
caminante, no hay camino,
se hace camino al andar.

Al andar se hace camino
y al volver la vista atrás
se ve la senda que nunca
se ha de volver a pisar.

Caminante, no hay camino
sino estelas en el mar...

Todo pasa y todo queda,
pero lo nuestro es pasar,
pasar haciendo caminos,
caminos sobre el mar.  

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O homem que desdenhava as máquinas Chuang Tse

Um filósofo confucionista passeava com seus discípulos pelos campos do sul da China,
quando viu um camponês que molhava sua horta com um regador.

O filósofo perguntou-lhe por quê não usava uma bomba para este trabalho.
O camponês olhou-o e respondeu:

"Ouvi meu Mestre dizer que aqueles que usam engenhosos instrumentos
são espertos nos seus negócios.

Aqueles que são espertos nos seus negócios têm astúcia no coração.

Aqueles que têm astúcia no coração não o têm puro e incorrupto.

Aqueles cujo coração não é puro e incorrupto têm o espírito agitado.

Aqueles cujo espírito é agitado não são veículos convenientes para a Paz.

Não é que eu desconheça estas coisa, é que eu teria vergonha de usá-las".
Leia a íntegra desse conto, clicando aqui

 

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Já me perdi em jardins imensos...
  (de Amélia Veiga)
POEMA DE RHUMI
  Rhumi  - o mais passional dos místicos
Luz da Ásia
   atribuído a Buda
Mendigos
   de Jiri Wolker
Estou cansada de ser gente
  Lindo poema de Amélia Veiga
Brincar de ser poeta
  Leia esta poesia de Nelma C.
Carnaval Triste
  A. Neves e Souza
SE
  famoso poema de Rudyard Kipling
O Presente
  (de Alberto da Cunha Melo)
O Elefante  de John Godfrey Saxe's

    Poemas e artigos de LUIZ ROQUE
   Se tu queres conhecer-me
  Renascer
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  Lembrança de Morphy