Uma gota de silêncio
e outros escritos sobre felicidade, dor e espiritualidade
de José Carlos Corrêa Cavalcanti
 

Veja o que diz o autor:

" Este livro versa sobre a importância do autoconhecimento na busca religiosa, discorrendo sobre temas como felicidade, arrependimento, sentimento de culpa, amizade, escravidão e libertação interior.

Ele pode ser lido por pessoas iniciantes ou avançadas no conhecimento dos ensinos espirituais.

Sua mensagem central é que:
(1) somente no estado de silêncio interno temos liberdade, deixando de ser governados pelos pensamentos e paixões, e que

(2) não podemos realizar sozinhos esse estado, fazendo-se necessária a presença espiritual de um mestre absolutamente amoroso e totalmente confíável, o qual é aceito como sendo Jesus, o companheiro cuja elevada consciência de compaixão e unidade nos é dada gratuitamente e sem a menor noção de mérito, somente de entrega total e perfeita amizade. "

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Capa e orelhas do livro
Leia um capítulo do livro: "Quem vive a minha vida?"

Esclarecimento:
O que é descrito no conto "Quem vive a minha vida?" é o "eu" universal humano de todos os tempos.
Ele passou por tudo, tem todas as emoções em si, todos os conhecimentos. "Quem vive a minha vida" é esse eu, ou seja, uma parte do mesmo correspondente a um dado ser humano. Então, em minha mente, esse eu é meu eu, o protagonista, sendo que não se se sente completo nem feliz, portanto está sempre à procura de algo, de foro íntimo, que não se encontra no exterior social, profissional, amoroso, etc.

O eu universal humano de todos os tempos, hipoteticamente, não tem mais o que procurar. Já acumulou todo o acumulável pela experiência humana, toda a cultura religiosa, psicológica, os fatores de bem e mal entre os quais flutua, as escolhas certas e as erradas...
Mesmo assim, não está completo, é infeliz.

O sonhador do sonho, entretanto, vê que o eu não é o espelho, a consciência pura! ele está dela separado por um fina película invisível, — que é a metáfora usada para descrever a intangível ideia que temos de ser um eu separado.

Esse é o problema - mas o eu não reconhece isso, pois considera que ele é que é o espelho, a consciência pura.


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